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30-06-2017 08:01

A velocidade furiosa que há em ti

O SAPO Desporto acompanhou um dia na vida de Fábio Mota, o piloto português que cujo espírito esconde uma velocidade furiosa, apesar do temperamento calmo.
Fábio Mota, piloto português
Foto: Comsegue

Fábio Mota, piloto português

Por João Agre sapodesporto@sapo.pt

Fábio Mota, 29 anos, natural de Vila Nova de Gaia, é piloto de automóveis e já competiu praticamente todos os tipos de carros: GT’s, monolugares, Turismos, Sport-Protótipos. Desde 2014 que resolveu centrar-se definitivamente nos Turismos, tendo disputado a Cilo Cup España. onde se mostrou competitivo rapidamente, conquistando pódios.

“Senti que tinha que dar um passo em frente na minha carreira e aqui estou na Taça Europeia FIA de Carros de Turismo – ETCC. O primeiro ano foi muito prometedor, tendo conquistado o meu primeiro pódio logo no segundo fim-de-semana da temporada, no Slovakia Ring. Este ano, volto a estar no ETCC, que é uma categoria que se assume como a antecâmara do Campeonato do Mundo FIA de Carros de Turismo – WTCC”, contou o piloto português ao SAPO Desporto.

Mota confessa que esta tem sido uma temporada difícil, com algumas contrariedades, mas em Nurburgring -Nordschleife conquistou dois pódios, um terceiro e um segundo lugares, e em Vila Real, no fim de semana passado, esteve na luta pelas posições no pódio, tendo alcançado uma quinta e uma sétima posições.

“No automobilismo temos sempre objectivos, seja vencer uma corrida, seja mostrar a nossa competitividade, seja vencer campeonatos, uma vez que são, sobretudo, os resultados que nos permitem subir na nossa carreira”, afirmou.

Para um piloto de carros de Turismo, o objectivo final passa sempre por alcançar o WTCC, mas sabe que é um desiderato muito difícil de alcançar, dado que os valores de participação são muito elevados e, neste momento, existem apenas dois construtores envolvidos na categoria.

“No entanto, se a oportunidade surgir, não enjeitarei a possibilidade e agarrá-la-ei definitivamente com as duas mãos – é para isso que estou a trabalhar. Mas, para já, o mais importante é ter um futuro consistente nos Turismos de competição. Neste momento, faço o ETCC que, honestamente, me tem ajudado a crescer como piloto e pessoa. Não vejo um campeonato melhor na Europa para dar continuidade a esta carreira de piloto de Turismos”, continuou.

Se quer conhecer um pouco mais sobre a vida pessoal de Fábio Mota, veja abaixo a reportagem deste jovem piloto.

Conteúdo publicado por Sportinforma