Acidente/Chapecoense

01-12-2016 18:20

Companhia do avião do Chapecoense proibida de voar

O desastre provocou a morte a 71 das 77 pessoas que seguiam a bordo, incluindo a maioria dos elementos da Chapecoense e acompanhantes.
Avião da Lamia
Foto: DR

Avião da Lamia

Por SAPO Desporto sapodesporto@sapo.pt

A Direção-Geral de Aeronáutica Civil da Bolívia suspendeu a licença de voo da companhia aérea LaMia, dona do avião que caiu com a delegação da Chapecoense nos arredores de Medellín, na Colômbia.

A LaMia, Línea Aérea Mérida Internacional de Aviación, viu a sua licença ser suspensa pelo governo boliviano esta quinta-feira. A decisão foi anunciada pelo ministro das Obras Públicas, Milton Claros. A proibição é válida enquanto decorrer o inquérito que apurará as causas do acidente que provocou 71 mortes.

A LaMia é uma pequena companhia aérea de capital venezuelano surgida no estado de Mérida, embora opere a partir da Bolívia. Constituída em 2009, só começou a operar em 2014 com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do turismo local, além da prestação de serviço de transporte de passageiros, cargas e correio.

O desastre provocou a morte a 71 das 77 pessoas que seguiam a bordo, incluindo a maioria dos elementos da Chapecoense e acompanhantes, que se deslocavam para Medellín para defrontar a equipa colombiana do Atlético Nacional, na primeira mão da final da Taça Sul-americana.

Dos seis sobreviventes, três são jogadores da equipa de Chapecó, que continuam hospitalizados na Colômbia.

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