A 'avalanche' de pessoas que solicitou a adesão a sócio da Chapecoense forçou o clube a criar a figura do 'sócio contribuinte-livre', mediante o qual o interessado faz o donativo que entender e beneficia de promoções e descontos.

Depois do acidente aéreo que na passada segunda-feira custou a vida a 71 pessoas, entre elas 19 jogadores daquele clube de futebol brasileiro e vários dirigentes, a Chapecoense comunicou que devido à quantidade de novos registos de sócios lançou uma nova modalidade de sócio-contribuinte, que inclui descontos nos jogos a disputar no estádio Arena Condá.

“Por respeito à memória dos nossos guerreiros, vamos continuar e escrever juntos mais um capítulo desta história. Faz parte da nossa família, associa-te e torce pelo ‘Chape’”, pode ler-se numa mensagem publicada na página do clube na internet.

Até agora era possível ser sócio-contribuinte pagando uma quantia de 20, 30 ou 50 reais (5, 8 e 13,5 euros), mas não existia esta forma de angariar financiamento para o clube.

A Chapecoense informou na quarta-feira que, durante as 24 horas subsequentes ao acidente aéreo, recebeu 13 mil pedidos de novos sócios, a maioria de fora da cidade.

A empresa Umbro, fornecedora dos equipamentos para a equipa, informou também que a camisola oficial da Chapecoense se tinha esgotado e que estava a tentar obter uma nova remessa o mais rápido possível para satisfazer a procura.

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Acidente/Chapecoense: As fotos da tragédia

Acidente/Chapecoense: O lado humadno da tragédia


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