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Nani

11 de junho de 2012 11:40h

«Não somos máquinas nem superdotados»

Por João Agre c/ redação

O extremo da Seleção reagiu a algumas críticas à exibição de Portugal contra a Alemanha.

«Não somos máquinas nem superdotados»

Nani respondeu às críticas de respeito excessivo pela Alemanha por parte da Seleção e de que a equipa das quinas só pensou no ataque quando se viu em desvantagem no marcador.

«Não concordo. Não estávamos a jogar com uma equipa fraca. é uma das melhores seleções do Mundo. Nem sempre dá para controlar o jogo e temos de saber defender e ter paciência para esperar para atacar», afirmou o extremo português, em conferência de imprensa realizada em Opalenica.

«Não penso no que os outros dizem. O que falam em Portugal é normal. É mais fácil criticar do que elogiar e só penso em dar o meu melhor pela Seleção. Se conseguirmos dar alegrias ao nosso povo, melhor. Se não conseguirmos, o mais importante é dar o nosso melhor. Não somos máquinas nem superdotados para ganhar a toda a gente», adiantou ainda Nani.

O extremo da Seleção apontou já as atenções para o jogo com a Dinamarca, considerando a partida da segunda jornada do grupo B como «muito importante». «Sabemos que temos de ganhar. Se ganharmos o nosso jogo ficamos numa posição mais confortável e continuamos a depender só de nós. Encaramos o jogo com muita responsabilidade e com o pensamento só na vitória», frisou.

Nani jogou à defesa sobre possíveis alterações no ataque, nomeadamente a eventual ascensão de Nélson Oliveira ao onze inicial contra os dinamarqueses. «Entendo-me bem com o Nélson, mas também com o Hélder Postiga e o Hugo Almeida. O Nélson entrou bem, mas o Postiga também esteve bem». 

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