Futebol

24-03-2017 14:00

Um ano sem uma lenda chamada Johan Cruyff

Antigo internacional holandês e treinador morreu há um ano depois da uma dura batalha contra o cancro do pulmão.
Memorial memorial de condolências a Cruyff
Foto: EPA/ALBERTO ESTEVEZ

Memorial de condolências a Cruyff

Por SAPO Desporto sapodesporto@sapo.pt

"No dia 24 de março de 2016, Johan Cruyff morreu pacificamente em Barcelona, rodeado da sua família depois de uma difícil luta contra o cancro. É com enorme tristeza que vos pedimos respeito pela privacidade da família durante este momento de luto”. Foi com este comunicado que o mundo chorou a morte de um jogadores mais influentes de sempre do futebol.

O carismático internacional holandês fez parte da seleção apelidada de ‘laranja mecânica’, nos anos 70, e também foi treinador de futebol, notabilizando-se, sobretudo, no Ajax e FC Barcelona.

Johan Cruyff morreu aos 68 anos, depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro nos pulmões.

Ainda no dia da morte de Cruyff, mais de 10 mil adeptos do Barcelona e do futebol prestaram homenagem ao antigo futebolista e treinador em frente ao memorial instalado dentro do estádio Nou Camp. Perante uma foto gigante de um sorridente Cruyff, Bartomeu recordou que a tristeza não era apenas dos adeptos do Barcelona, mas de todos os que amam o futebol.

"Com o acordo da família Cruyff instalamos este memorial para permitir que todos possam expressar os seus sentimentos e dizer um último adeus a esta lenda”, disse o dirigente.

Milhares de pessoas de diferentes nacionalidades, muitas em lágrimas, desfilaram pelo memorial, rodeado de flores, e assinaram o livro de condolências.

Nascido em Amesterdão a 25 de abril de 1947, Cruyff revolucionou o futebol moderno: primeiro como futebolista, na seleção holandesa, com a qual foi vice-campeão do mundo em 1974, e nos clubes que mais marcaram a sua carreira, o Ajax e o FC Barcelona, entre finais dos anos 60 e início dos anos 80.

Enquanto jogador do clube holandês, foi distinguido em três ocasiões com a Bola de Ouro, conquistou a Taça dos Campeões Europeus outras tantas, uma Supertaça europeia, uma Taça Intercontinental e oito títulos de campeão nacional, ao qual acrescentaria um nono ao serviço do Feyenoord, na sua época de despedida, tendo sido campeão em Espanha por uma vez com o ‘Barça’.

Como treinador, ganhou uma Taça das Taças com o Ajax, antes de rumar ao FC Barcelona e aí desenvolver o estilo de futebol ofensivo que ainda carateriza o clube catalão, conquistando uma Taça dos Campeões, uma Supertaça Europeia, outra Taça das Taças, quatro títulos de campeão espanhol, uma Taça do Rei e três Supertaças de Espanha.

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