Mundial2018

29-03-2017 07:09

Chile bate Venezuela e sobe aos lugares de apuramento

Os bicampeões sul-americanos em títulos resolveram muito cedo o encontro, com dois golos nos primeiros sete minutos.
Alexis Sanchéz marcou na vitória do Chile sobre a Venezuela
Foto: Martin BERNETTI / AFP

Alexis Sanchéz marcou na vitória do Chile sobre a Venezuela por 3-1

Por SAPO Desporto c/Lusa sapodesporto@sapo.pt

O Chile ascendeu na terça-feira aos lugres de apuramento direto da zona sul-americana de apuramento para o Mundial2018, ‘relegando’ a Argentina para o ‘play-off’, ao vencer em casa a Venezuela por 3-1.

Os bicampeões sul-americanos em títulos resolveram muito cedo o encontro, com dois golos nos primeiros sete minutos, o primeiro do ‘omnipresente’ Alexis Sánchez, que inaugurou o marcador num livre direto perfeito, aos quatro.

O jogador do Arsenal iniciou, depois, as jogadas do segundo golo, aos sete minutos, e do terceiro, em que também fez a assistência final, aos 22, ambos apontados por Esteban Paredes, que acabou substituído aos 56.

Aos 63 minutos, Salomon Rondón, de cabeça, na resposta a um livre de Romulo Otero, apontou o tento da Venezuela, que, aos 70, poderia ter marcado o segundo, num remate de Tomas Rincón que acertou na barra e poderá ter cruzado a linha.

O árbitro uruguaio Andres Cunha, sem a ajuda da tecnologia da linha de golo, mandou jogar e o Chile acabou por controlar, sendo que, aos 77 minutos, Alexis Sanchéz ainda falhou um penálti, detido pelo guarda-redes Wuiker Fariñez.

Nos venezuelanos, o avançado John Murillo, jogador emprestado pelo Benfica ao Tondela, jogou os 90 minutos.

Antes, a Colômbia reforçou a candidatura ao Mundial, ao vencer por 2-0 no Equador, com tentos de James Rodríguez, aos 20 minutos, servido por Miguel Borja, e Juan Cuadrado, aos 34, após assistência do jogador do Real Madrid.

Com este triunfo, os colombianos passaram a contar 24 pontos, ultrapassando os 22 da Argentina, derrotada por 2-0 na Bolívia, e, provisoriamente, os 23 do Uruguai, que se desloca ao reduto do Peru.

No primeiro encontro da ronda, a Argentina, órfã do castigado Lionel Messi, perdeu lá no alto, em La Paz, e complicou a sua situação.

Sem o ‘oxigénio’ do seu ‘capitão’, que a FIFA castigou por quatro jogos, por insultos a um dos árbitros assistentes – que não as ouviu - do jogo anterior, com o Chile, a formação ‘albi-celeste’, praticamente, não ‘existiu’.

Juan Arce, aos 31 minutos, de cabeça, após cruzamento longo de Pablo Escobar, e Marcelo Moreno, aos 53, servido por Jorge Flores, derrotaram a Argentina, que só venceu um de oito jogos de qualificação sem Messi e, com ele, ganhou cinco de seis.

Além do jogador do FC Barcelona, Edgardo Bauza não repetiu mais sete jogadores - por culpa de castigos e lesões - do ‘onze’ que bateu os chilenos por 1-0, mantendo apenas Romero, Rojo e Di Maria, jogador que até poderia ter inaugurado o marcador.

A Argentina, que sofreu o quarto desaire, caiu para o quinto lugar, face aos triunfos de Colômbia e Chile, deixando, assim, os lugares de apuramento direto.

Na zona sul-americana, os quatro primeiros classificados qualificam-se diretamente para a fase final do Mundial2018, enquanto o quinto disputa um ‘play-off’ intercontinental com o vencedor da Oceânia.

Conteúdo publicado por Sportinforma