UEFA

05-04-2017 18:57

Fernando Gomes: Vice-presidência é "o reconhecimento de Portugal"

Presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, foi nomeado para uma das vice-presidências da UEFA e assumiu que esta escolha é um “reconhecimento” da importância do país na modalidade.
Fernando Gomes
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Fernando Gomes

Por SAPO Desporto c/ Lusa sapodesporto@sapo.pt

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, hoje nomeado para uma das vice-presidências da UEFA, assumiu que esta escolha é um “reconhecimento” da importância do país na modalidade.

“Enquadro a minha função na UEFA representado pela minha própria pessoa, mas acima de tudo na representação de Portugal e o que tem conseguido nas instâncias internacionais. Não só eu, mas a participação de várias pessoas ao mais alto nível nas decisões da UEFA e FIFA. É o reconhecimento de Portugal como um ‘player’ extremamente importante nas definições quanto ao futuro competições e própria organização”, disse, ao site da federação.

Fernando Gomes, que foi escolhido pelo líder da UEFA, o esloveno Aleksander Ceferin, será um dos quatro vice-presidentes do organismo, que secundam um primeiro vice-presidente, o número dois do esloveno, ficando o português com a pasta do relacionamento com os clubes, função que vem desempenhando desde 2015.

“Como presidente do comité de competições de clubes que, como todos nos sabemos, originou a reformulação do formato de competições e acordo para o ciclo 2018-2021. São desafios grandes que vão continuar, numa nova formulação”, explicou.

O dirigente falou na criação de uma empresa em partes iguais com a Associação Europeia de Clubes (ECA): “Neste novo enquadramento também assumirei a responsabilidade de administrar esta nova empresa que vai tratar dos aspetos comerciais das duas competições, Liga dos Campeões e Liga Europa, de uma forma global”.

“É um desafio interessante. Todos sabemos que a Liga dos Campeões é uma competição que gera proveitos fantásticos. Mas é um desafio muito grande relativamente à Liga Europa e a perspetiva de que os clubes terão de criar, nesta competição, as condições de sustentabilidade que necessitam para dar passos qualitativos em frente do ponto de vista da competição”, completou.

Conteúdo publicado por Sportinforma