Análise

19-08-2015 08:09

Os melhores e os piores do Sporting-CSKA

“Leões” venceram a equipa russa por 2-1 na primeira mão do playoff da “Champions”.
Carrillo destacou-se frente ao CSKA
Foto: LUSA

Carrillo destacou-se pelo Sporting frente ao CSKA

Por André Delgado c/ João Paulo Godinho sapodesporto@sapo.pt

Na partida desta terça-feira, que resultou no triunfo do Sporting (2-1) sobre o CSKA, a exibição dos “leões” ficou marcada pela ineficácia ofensiva dos seus avançados e pela desconcentração coletiva no sector mais recuado. Tudo isso contribuiu para a magra vantagem que os homens de Alvalade levam para o encontro da segunda mão do play-off de acesso à Champions, na Rússia.

Depois de um início fulgurante da equipa verde e branca, que se traduziu no golo de Téo Gutierrez, que inaugurou o marcador, os donos da casa foram a pouco e pouco perdendo gás. Na etapa complementar, as entradas de Aquilani, Gelson e Mané voltaram a sacudir o jogo dos “leões” e foram importantes para o assalto final à baliza adversária.

Melhores do Sporting:

Bryan Ruiz: Esteve em destaque na manobra ofensiva dos leões. Foi sob a sua batuta que passou todo o jogo, enquanto a condição física assim o permitiu. Ficou sem pilhas no segundo tempo e deu lugar a Aquilani, que fez uma boa estreia.

Rui Patrício: Pouco chamado a jogo, o guardião dos “leões” teve participação decisiva ao defender a grande penalidade apontado por Doumbia. Somou ainda paradas importantes na segunda parte que conservaram o triunfo do Sporting.

Carrillo: Agarrou-se muita à bola, mas o perfume do seu futebol fez-se notar em campo, com as suas arrancadas pelas laterais. Fez a assistência para o golo de Slimani.

Téo: Estreou-se a marcar em Alvalade em jogos oficiais, o que já de si é importante. Acabou por ser rendido por Gelson Martins no segundo tempo.

Slimani: Nunca deu a cara à luta, teve boas ocasiões para marcar e acabou por consegui-lo aos 82 minutos, num remate rente ao solo de pé esquerdo.

Piores do Sporting:

João Pereira: Mal a atacar, pior a defender. Nunca teve pernas para Musa. Jogo para esquecer do defesa português.

Paulo Oliveira e Naldo: descoordenação da dupla de centrais colocou muitas vezes em xeque a baliza de Rui Patrício. Um dos lances resultou mesmo no golo dos russos apontados por Doumbia.

No CSKA: Nota para as exibições de Tosic, Doumbia e Musa. Passou por estas unidades todo o jogo ofensivo da equipa russa.

Conteúdo publicado por Sportinforma