Explosões/Dortmund

15-04-2017 10:33

Bombas de autocarro foram ativadas por controlo remoto

Investigação caminha cada vez mais para um ataque planeado em Dortmund.
Police and firefighhters are seen near the site wher Borussia Dortmund's bus was damaged by an explosion some 10km away from the stadium prior to the UEFA Champions League 1st leg quarter-final football match BVB Borussia Dortmund v Monaco in Dortmund, western Germany on April 11, 2017. / AFP PHOTO / Sascha Schuermann
Foto: AFP or licensors

Equipa continua a investigar o ataque

Por SAPO Desporto sapodesporto@sapo.pt

Na passada terça-feira, o autocarro do Borussia Dortmund, onde joga o internacional português Raphael Guerreiro, foi atacado com três engenhos explosivos, a caminho do estádio para defrontar o Mónaco, que provocaram ferimentos em Bartra e num polícia motorizado da escolta.

A equipa de investigação do ataque acredita que as três bombas foram ativadas por controlo remoto, estando ainda a averiguar que tipo de explosivos foram utilizados.

As autoridades alemãs mantêm aberta a investigação ao ataque, apesar de a justiça já ter dito não existir uma ligação entre o ataque e a detenção na quarta-feira de um iraquiano de 26 anos, alegadamente do autoproclamado estado islâmico.

Os alemães não descartam as possibilidades de o ataque estar relacionado a movimentos extremistas de extrema-direita ou esquerda radical, nem também de adeptos violentos.

Junto ao autocarro terão sido encontradas mensagens, nas quais a Alemanha era instada a retirar os aviões tornado da coligação que combate na Síria e a fechar a base de Ramstein, mas os especialistas em segurança entendem que nem a linguagem, nem a forma de comunicação, são habituais no jihadistas.

Conteúdo publicado por Sportinforma