Liga Europa

17-11-2015 18:58

Mónaco ‘barra’ adeptos do Anderlecht

A decisão de interditar o Estádio Louis II aos adeptos belgas surge na sequência do reforço das medidas de segurança motivadas pelos atentados terroristas.
El Shaarawy celebra o golo do Mónaco com Fábio Coentrão
Foto: VALERY HACHE / AFP

El Shaarawy celebra o golo do Mónaco com Fábio Coentrão

Por SAPO Desporto c/ Lusa sapodesporto@sapo.pt

O Mónaco anunciou hoje que o governo daquele principado decidiu interditar a presença de adeptos dos belgas do Anderlecht, adversários dos monegascos na Liga Europa de futebol, que defrontará no dia 26 de novembro.

A decisão de interditar o Estádio Louis II aos adeptos belgas surge na sequência do reforço das medidas de segurança motivadas pelos atentados terroristas de sexta-feira, em Paris, reivindicados pela organização extremista Estado Islâmico.(Corrige no título e no primeiro parágrafo a competição, que é Liga Europa, e no primeiro parágrafo o dia do jogo, que é a 26 de novembro).

Conforme um comunicado hoje divulgado pelo clube treinado pelo português Leonardo Jardim, no qual jogam João Moutinho, Fábio Coentrão, Ricardo Carvalho, Ivan Cavaleiro e Hélder Costa, os acontecimentos da passada sexta-feira “obrigam o Principado do Mónaco a reforçar os seus níveis de vigilância e dar prioridade à mobilização das forças policiais”.

A UEFA e o Anderlecht, adversário do dia 26, em partida da quinta jornada do Grupo J, foram informados e validaram a decisão monegasca.

O grupo radical sunita Estado Islâmico reivindicou no sábado os atentados perpetrados na sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 129 mortos, entre os quais dois portugueses, e mais de 300 feridos.

Os ataques, perpetrados por pelo menos sete terroristas, ocorreram em vários locais da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o presidente François Hollande classificou como “ataques terroristas sem precedentes no país”.

Conteúdo publicado por Sportinforma