II Liga

13-02-2011 18:30

Estoril vence Sporting da Covilhã com penalidade contestada

Nas bancadas, os adeptos dos “leões da serra” não arredaram pé até o árbitro entrar no túnel, sob um ruidoso coro de protestos.
Estoril vence Sporting da Covilhã com penalidade contestada

Por SAPO Desporto c/Lusa sapodesporto@sapo.pt

O Estoril conquistou hoje três pontos no reduto do Sporting da Covilhã ao vencer, por 1-0, com um golo que resultou de uma grande penalidade muito contestada, convertida por Vinícius Reche, aos 81 minutos.

A primeira parte foi marcada pelo equilíbrio, com apenas uma ocasião flagrante de golo, criada pelos estorilistas, aos 28 minutos, quando Vinícius Reche rematou de fora da área, com o guardião Serginho a não agarrar à primeira e, na recarga, Alex Afonso atirou por cima.

Os serranos foram os primeiros a fazerem pontaria à baliza adversária, por intermédio de Flávio, que rematou de longe, por cima.

Ao minuto 40, Fofana ganhou a bola a Steven Vitória, isolou-se só que foi lento no remate e deixou-se antecipar à entrada da área, e, no minuto seguinte, Fofana, com um remate muito denunciado, permitiu a Vagner uma defesa fácil.

Com ambas as equipas a jogarem num sistema semelhante, uma linha defensiva com três centrais e os laterais a descerem no terreno nas manobras defensivas, faltou ao Estoril maior acutilância e ao Sporting da Covilhã maior velocidade no ataque.

No segundo tempo, com o terreno mais pesado, o emblema serrano foi o primeiro a assustar, através de um cabeceamento ao lado do poste de Fofana, a dar seguimento a um cruzamento de Ivo Pinto.

Ao minuto 81 aconteceu o caso do jogo, quando o árbitro, Luís Catita, assinalou uma suposta falta cometida por Wagnão, central serrano, numa decisão muito contestada. Na conversão do castigo máximo Vinicius Reche atirou rasteiro para o único golo da partida.

Dois minutos depois Severino tentou o empate, tal como o estreante Amien, mas estava fixado o resultado final.

Nas bancadas, os adeptos dos “leões da serra” não arredaram pé até o árbitro entrar no túnel, sob um ruidoso coro de protestos.