Análise:

Rui Patrício – Impotente para evitar os golos de Cardozo e Javi García, brilhou ao travar o penálti do paraguaio… mas também cometeu outro erro quase aproveitado por ‘Tacuara’.

João Pereira (85’) – Teve muito trabalho com Gaitán e, sobretudo, Coentrão. Ganhou menos duelos do que aqueles que perdeu e acabaria por sair em acentuada quebra física.

Carriço (14’) - O capitão leonino lesionou-se e teve uma passagem efémera e sem história no jogo.

Torsiglieri – O jovem central argentino assumiu a titularidade e mostrou-se atento ao ataque encarnado, apenas denotando dificuldades no assalto final dos anfitriões.

Evaldo – O lateral brasileiro não conseguiu ser tão ofensivo como é seu timbre, face à presença de Salvio, que lhe deu imensos problemas.

André Santos – O jovem médio foi dos melhores jogadores da equipa na Luz. Influente a parar os caminhos do ataque do Benfica, tentou ainda empurrar a equipa para a frente.

Zapater – O espanhol foi a surpresa de José Couceiro no jogo e a aposta surtiu efeito. Esteve bem na missão de vigiar Carlos Martins ao lado de André Santos e só quando o Benfica mudou o esquema é que viu a sua influência diminuir.

Matías Fernández – Enquanto teve energias e a equipa o acompanhou foi  dos jogadores mais esclarecidos. Ditou o rumo do meio-campo na primeira parte, perdeu depois brilho e falhou nos últimos minutos a chance de ser herói na Luz, ao desperdiçar um golo na cara de Roberto.

Vukcevic (63’) – O montenegrino esforçou-se por canalizar jogo pelos flancos, mas revelou-se quase sempre inconsequente nas suas acções e foi rapidamente substituído.

Djaló – Se na primeira parte foi das unidades ofensivas de melhor rendimento na equipa, no segundo tempo não se coibiu de assumir funções mais defensivas para ajudar Evaldo.

Postiga – O avançado leonino apontou o seu primeiro golo ao Benfica, num bom golpe de cabeça em antecipação a Roberto. Dispôs ainda de outra boa oportunidade aos 53’, mas atirou por cima. No entanto, mais do que os números foi a atitude guerreira que sobressaiu, não virando a cara à luta e criando inúmeros problemas à defesa do Benfica. O melhor do Sporting.

Polga (14’) – Chamado muito cedo a ocupar o lugar de Carriço, deu demasiado espaço demasiadas vezes a Cardozo. Acabou por ser batido na jogada do golo de Javi García…

Valdés (63’) – Entrou já com o Sporting em declínio no jogo. Tentou liderar o contra-ataque, mas sem grande sucesso.

Abel (85’) – Sem expressão no pouco tempo em campo, mas com a penalização do golo decisivo ter nascido na sua área de jurisdição.