Futsal

10-04-2017 23:35

Pedro Cary: "Portugal hoje é visto como uma das maiores potências mundiais"

Internacional português assume que Portugal quer o apuramento direto para o Europeu de futsal.
Pedro Cary
Foto: FPF

Internacional português assume que Portugal quer o apuramento direto para o Europeu de futsal.

Por SAPO Desporto c/Lusa sapodesporto@sapo.pt

O internacional Pedro Cary assumiu hoje que Portugal quer terminar em primeiro lugar o Grupo D de qualificação para o Campeonato da Europa de futsal de 2018, garantido que só a vitória interessa frente à Roménia.

“É esse o nosso objetivo, é isso que iremos tentar fazer. Portugal hoje é visto como uma das maiores potências mundiais, estando no apuramento para o para o Campeonato Europeu ainda mais faz sentido. Amanhã [terça-feira], frente à Roménia, Portugal quer carimbar o primeiro lugar, com nove pontos. Sabemos que somos melhores, temos melhor equipa, agora vamos defrontar uma equipa que também tem as suas ambições e vai tentar fazer do fator casa o fator determinante para colocar dificuldades a Portugal”, analisou em declarações ao site do Federação Portuguesa de Futebol.

Os triunfos diante da Letónia (2-1) e da Finlândia (5-1) deixaram a seleção nacional com o segundo lugar, que vale o acesso ao ‘play-off’ para o Europeu da Eslovénia, já garantido, e a um ponto de assegurar o primeiro lugar, que permite o apuramento direto, mas Pedro Cary rejeitou que o empate seja suficiente para Portugal.

“Cabe a nós fazer o melhor e o melhor será ganhar. Nem pensar no empate, isso não se coloca”, garantiu.

O ala, que soma 130 internacionalizações e já representou Portugal em sete fases finais (nos Europeus de 2010, 2012, 2014 e 2016 e nos Mundiais de 2008, 2012 e 2016), não espera facilidades diante da Roménia e aponta o fator casa como o principal obstáculo que a ‘equipa das quinas’ vai enfrentar, até porque já teve oportunidade de jogar um apuramento - para o Euro-2016 - em Calarasi.

“O fator casa aqui na Roménia tem sido preponderante para eles, mas, acima de tudo, parece-me que estamos numa situação bem diferente de há dois anos, quando tínhamos de ganhar por uma determinada margem de golos”, sublinhou.

O internacional português revelou que ele e os seus colegas conhecem a Roménia há muitos anos e anteviu que os jogadores adversários, que definiu como “muito batidos”, vão provocar entrar no duelo físico para destabilizar a seleção nacional.

“Parece-me que a nossa maior qualidade vai ser preponderante e vamos colocar de lado todas as possíveis quezílias, porque sabemos que eles vão entrar nesse jogo. Temos de ser mais fortes mentalmente para que isso não faça diferença no resultado final”, defendeu.

Portugal defronta a Roménia, na terceira jornada do Grupo D, na terça-feira. Os portugueses lideram o agrupamento com seis pontos, com os romenos a ocuparem a segunda posição, com quatro.

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