Rio'2016

15-08-2016 14:14

Patrícia Mamona: "Em Tóquio espero estar ainda melhor"

Atleta portuguesa ficou orgulhosa com a sua prestação no Rio de Janeiro.
Patrícia Mamona orgulhosa pela prova da sua vida
Foto: António Cotrim

Patrícia Mamona em ação no Rio de Janeiro

Por SAPO Desporto c/Lusa sapodesporto@sapo.pt

A portuguesa Patrícia Mamona disse no domingo estar orgulhosa por ter feito a prova da sua vida no triplo salto dos Jogos Olímpicos Rio2016, na qual foi sexta classificada, com novo recorde nacional.

“Foi a prova da minha vida”, afirmou Patrícia Mamona, após a prova em que conseguiu um novo recorde nacional, com 14,65 metros.

Apesar do sexto lugar, a atleta do Sporting acreditou sempre que podia chegar a uma medalha, mas, mesmo não conseguindo, disse estar “muito orgulhosa” do seu trabalho e do trabalho do treinador.

“Estou super-contente porque esta época foi maravilhosa para mim. Recorde pessoal com mais 10 centímetros, que era o meu objetivo, recorde nacional outra vez. Título de campeã da Europa que não estava à espera e foi um sonho. Agora é desfrutar e depois pensar já em Tóquio2020”, afirmou.

Patrícia Mamona acredita que este resultado é, em termos relativos, melhor do que o título europeu, porque fez a sua melhor marca.

“Acho que vale [uma medalha] para mim pessoalmente, porque foi o meu melhor. Eu sei que desde há quatro anos o objetivo era chegar aqui e saltar muito e foi o que fiz”, referiu.

A portuguesa disse que não foi uma desilusão não chegar a uma medalha, porque deu o seu melhor e “as outras saltaram mais”, mesmo conseguindo uma marca que lhe teria dado a prata em Londres2012.

“Mas, não estamos em Londres, estamos no Rio e em Tóquio espero estar ainda melhor”, referiu Mamona, que tem “o sonho de conseguir ainda melhor e conseguir um dia chegar às medalhas”, referiu.

Patrícia Mamona agradeceu o apoio do público no Estádio Olímpico: “Senti muito o apoio do público, queria mais como é óbvio, queria ser a menina bonita que ganhou uma medalha, mas fui a menina que fez o recorde pessoal”.

A colombiana Caterine Ibarguen venceu a prova com 15,17 metros, seguida pela venezuelana Yulmar Rojas, com 14,95, e pela cazaque Olga Rypakova, com 14,74.

Conteúdo publicado por Sportinforma