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15-03-2017 15:34

Comité de Atletas da Agência Mundial Antidopagem pede “respeito pelo jogo limpo”

A presidente do comité, Beckie Scott, garantiu que “os desportistas estão frustrados e pedem que se respeitem os seus direitos (...) e se reconheça e respeite o desporto limpo”.
Por que razão foi considerado doping? - A Agência Mundial de Antidopagem diz ter provas de que os atletas que tomavam o fármaco tinham como intenção melhorar o desempenho e performance desportiva. O Mildronate não é autorizado pela agência reguladora dos Estados Estados, a Food and Drug Administration, mas é permitida pelo regulador europeu e soviético. A decisão de adicionar o Meldonium à lista de fármacos proibida foi consensual na Agência Mundial de Antidopagem e entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 2016.
Foto: AFP

Por que razão foi considerado doping? - A Agência Mundial de Antidopagem diz ter provas de que os atletas que tomavam o fármaco tinham como intenção melhorar o desempenho e performance desportiva. O Mildronate não é autorizado pela agência reguladora dos Estados Estados, a Food and Drug Administration, mas é permitida pelo regulador europeu e soviético. A decisão de adicionar o Meldonium à lista de fármacos proibida foi consensual na Agência Mundial de Antidopagem e entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 2016.

Por SAPO Desporto c/Lusa sapodesporto@sapo.pt

O Comité de Atletas da Agência Mundial Antidopagem (AMA) considerou hoje que é “prioritária” a elaboração de uma carta que reconheça os direitos e responsabilidades do grupo para que se “reconheça e respeite o desporto limpo”.

Em comunicado divulgado depois do simpósio da AMA, em Lausana, Suíça, a presidente do comité, Beckie Scott, garantiu que “os desportistas estão frustrados e pedem que se respeitem os seus direitos (...) e se reconheça e respeite o desporto limpo”.

Scott referiu-se aos escândalos de doping revelados pelos relatórios Pound e McLaren para comprovar a vontade dos atletas em dar “a máxima prioridade” à elaboração de uma carta de direitos e responsabilidades, que abarquem assuntos como o direito de competir em igualdade de condições, acesso à educação, proteção da privacidade e representação legal, entre outros.

Conteúdo publicado por Sportinforma