Ténis

15-09-2016 15:07

João Sousa: “Não há encontros fáceis e mais na Taça Davis"

João Sousa diz que não há encontros fáceis, mas admite favoritismo de Portugal.
João Sousa em ação.
Foto: Mário Cruz

João Sousa, tenista português

Por SAPO Desporto c/ Lusa sapodesporto@sapo.pt

O tenista português João Sousa frisou hoje que não há encontros fáceis na Taça Davis, desvalorizando o seu favoritismo frente ao esloveno Tom Kocevar-Desman, na abertura do ‘play-off’ de manutenção do Grupo I da Zona euro-africana.

“Não há encontros fáceis e mais na Taça Davis. Obviamente, penso que somos favoritos, mas na Taça Davis tudo pode acontecer. O importante é entrar com tudo, entrar para vencer, como fazemos sempre”, realçou, depois do sorteio, realizado hoje no Salão Nobre da Câmara Municipal de Viana do Castelo, ter ditado que será o responsável por iniciar a luta pela permanência de Portugal no Grupo I.

O número um nacional, que está a recuperar de uma lesão no joelho direito, volta a iniciar uma eliminatória na Taça Davis, tal como aconteceu nas rondas anteriores, frente ao esloveno Kocevar-Desman, 822.º jogador mundial.

“Já é habitual, já é o costume eu jogar primeiro. É-me indiferente jogar em primeiro ou segundo. Assim ditou o sorteio”, acrescentou, garantindo estar preparado para jogar os três encontros para os quais está escalado.

“Se o capitão assim o entendeu, acho que sim. As coisas têm corrido bem, preparámo-nos da melhor maneira. Tudo indica que posso estar a 100 por cento amanhã [sexta-feira]”, resumiu o 34.º classificado do ‘ranking’.

Segundo português a entrar em ‘court’, Gastão Elias defendeu que o seu novo estatuto – é o número 61 do ‘ranking’ – não lhe trouxe pressão acrescida.

“O ‘ranking’ é só um número. Sinto-me bem como nas outras [eliminatórias], sinto-me confiante como nas outras e motivadíssimo”, completou.

O número dois nacional, que vai defrontar Grega Zemlja, o principal jogador esloveno (158.º), no segundo encontro de singulares, negou que a recente experiência nos torneios do circuito ATP tenha mudado algo para o ‘play-off’ com a Eslovénia.

“A minha experiência para aqui foi adquirida ao longo de todas as eliminatórias que eu joguei e não no circuito. Obviamente, agora ao jogar nestes torneios maiores ganho outro tipo de experiência e de rotatividade, por isso ajuda. Sinto-me na melhor forma para ajudar Portugal”, sublinhou.

O ‘play-off’ de manutenção do Grupo I da Zona Europa/África da Taça Davis em ténis, que vai opor Portugal à Eslovénia, decorre entre sexta-feira e domingo, no Clube de Ténis de Viana do Castelo.

A seleção portuguesa, capitaneada por Nuno Marques, é composta por João Sousa (34.º), Gastão Elias (61.º), Pedro Sousa (208.º) e João Domingues (388.º).

A formação eslovena, orientada por Blaz Trupej, é integrada por Grega Zemlja (158.º), Tomislav Ternar (758.º), Tom Kocevar-Desman (822.º) e Sven Lah (1542.º).

Conteúdo publicado por Sportinforma