José Mário Carreia já não é candidato à presidência da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF), uma vez que teve apoio apenas de duas associações, quando o código eleitoral exige ao menos três subscrições.

“É com alguma deceção que saio desta corrida, depois de ter conseguido apenas duas das três subscrições exigidas pelo novo código eleitoral”, lamentou José Mário Correia em declarações à Inforpress.

“De qualquer forma, valeu a pena ter entrado nesta corrida. Eu posicionei-me como o candidato da moralização, da verdade, da seriedade, da boa gestão dos dinheiros da federação. A minha ideia era que o futuro da FCF deve ser guiado por gente que entende de gestão”, notou José Mário Correia prometendo que vai voltar nas eleições de 2021.

Entretanto, manifestou a sua estranheza pelo facto de até à data do fecho das candidaturas, os editais não tivessem ainda sido fixados e os instrumentos de regulação das candidaturas distribuídos aos candidatos.

“Sequer os concorrentes sabiam quem eram os membros da comissão de candidatura e muito menos onde depositar os dossiers de candidatura”, frisou.

A eleição do novo presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) foi marcada para o dia 28 de outubro.

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