No aniversário de Portugal Campeão da Europa, recordamos a caminhada da Seleção Nacional rumo ao primeiro grande título do futebol português. A mais bela história do futebol luso arrancou em Marcoussis e culminou em Paris com uma grande festa com as cores nacionais.

Na terceira e última jornada da fase de grupos, mais do que tática ou cabeça, foi preciso, acima de tudo, coração para chegar aos oitavos de final. Portugal esteve três vezes em desvantagem e por três vezes teve de correr atrás do resultado.

Numa primeira parte menos conseguida, Gera inaugurou o marcador aos 20 minutos, na sequência de um canto, mas Nani levou o jogo para intervalo empatado, na sequência de um remate de primeira aos 42’, surpreendendo Kiraly ao primeiro poste. Notava-se, contudo, a resposta da equipa aos apelos do téncico por vezes a um jogo mais feio e mais direto.

No segundo tempo, Renato Sanches entrou em campo, Ronaldo disse ‘presente’ e tudo começou a mudar para Portugal. Mas até lá ainda houve algum sofrimento à mistura. Dzsudzsák fez o 2-1, aos 47 minutos, pouco antes do capitão da equipa das quinas fazer o primeiro golo do Euro – Fernando Santos bem tinha dito que o ‘ketchup’ haveria de aparecer - e empatar novamente o jogo, num desvio de calcanhar.

O mesmo Dzsudzsák voltaria a marcar, aos 55 minutos, e o mesmo Ronaldo voltaria a empatar, após cruzamento de um recém-chegado Ricardo Quaresma, fixando o resultado final (3-3) ao minuto 62. Na resposta, Dszuzsák voltou a assustar, mas desta vez o remate acabou por embater no ferro da baliza de Rui Patrício. Portugal sofreu, ainda tentou uma ou duas vezes, mas ficou-se pelo terceiro empate em três jogos na fase de grupos.

Resultado: apuramento para os ‘oitavos’ no terceiro lugar do Grupo F, atrás de Hungria e Islândia. Seguia-se a Croácia...

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