A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) associou-se hoje à luta contra a discriminação, utilizando as cores do arco-íris, associadas à comunidade LGBT, no perfil das suas páginas oficiais nas redes sociais.

A decisão da FPF foi já saudada pela ILGA Portugal (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersexo), que a classificou como “um passo histórico a nível nacional (...) fundamental no desporto profissional em Portugal, que tanto (tanto!) precisa de mudar para garantir o direito à dignidade, inclusão, segurança e visibilidade das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo”.

O organismo regulador do futebol em Portugal utilizou as cores associadas à comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero) nas contas oficiais destinadas à equipa principal – que está a disputar o Euro2020 – nas redes sociais Facebook, Twitter e Instagram.

Também hoje, a UEFA reafirmou o “empenho” na luta contra a discriminação, colocando as cores do arco-íris no símbolo, depois de ter recusado que o estádio Allianz Arena fosse iluminado com as mesmas cores.

Na terça-feira, a UEFA recusou o pedido da cidade de Munique para iluminar a Allianz Arena com as cores do arco-íris” durante o jogo de hoje, entre as seleções da Alemanha e da Hungria, do Euro2020 de futebol,

A iniciativa, proposta pelo município de Munique, visava manifestar apoio à comunidade LGBT na Hungria, Estado-membro da União Europeia que aprovou recentemente uma lei que proíbe a divulgação de conteúdos sobre orientação sexual a menores de 18 anos.

Após a recusa, baseada nos seus estatutos de “organização política e religiosamente neutra”, a UEFA foi criticada por várias organizações ligadas à comunidade LGBT e por vários responsáveis europeus.

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