A Federação de Futebol da Guiné-Bissau prolongou o contrato de trabalho com o selecionador nacional, Baciro Candé, até 2024, disse hoje à Lusa Bonifácio Sanhá, um dos vice-presidentes da instituição.

Segundo Bonifácio Sanhá, o vínculo contratual de Baciro Candé foi prolongado devido às "respostas positivas que tem dado" à Federação guineense e por ter sido o responsável pelas duas inéditas presenças da Guiné-Bissau nas fases finais do Campeonato Africano de Futebol (CAN).

Baciro Candé conduziu a Guiné-Bissau ao CAN do Gabão, em 2017, e ao do Egito, em 2019, e ainda fez o país entrar para uma fase de grupos das eliminatórias do próximo Mundial de futebol.

A tarefa de Candé "neste no novo ciclo", segundo Bonifácio Sanhá, é voltar a apurar os guineenses para o próximo CAN, a disputar em 2021 nos Camarões, e ainda "tentar chegar o mais longe possível" nas eliminatórias do Mundial.

O vice-presidente da Federação guineense afirmou que a instituição apenas "deseja boa sorte" a Baciro Candé, a quem não pode pedir muito mais, tendo em conta a realidade do país, enfatizou.

Baciro Candé, de 52 anos, nasceu em Caitó, sul da Guiné-Bissau, é selecionador dos ‘djurtus’ desde 2016, tendo como principal sonho levar o país a uma fase final do Mundial.

A Guiné-Bissau deveria jogar este sábado, em Dacar, com o Senegal, para a primeira mão da qualificação para o CAN2021, mas o jogo foi cancelado devia à pandemia do novo coronavírus.

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