A FIFA e a UEFA escreveram hoje à Federação Grega de Futebol (EPO, na sigla grega) a adverti-la para a possibilidade de o futebol helénico ser excluído das competições internacionais se as eleições federativas forem adiadas.

Previstas para 09 de outubro, o governo grego debate hoje a introdução de uma série de regras de gestão das associações desportivas, que preveem a realização de eleições nas federações nos últimos dois meses do ano.

Este adiamento seria considerado uma "intervenção ilícita" no funcionamento democrático da EPO, contrária ao princípio de autogestão que pressupõe a adesão enquanto membro da UEFA e da FIFA, que podem suspender este estatuto e afastar os clubes e seleções de competir internacionalmente.

Em 2016, as duas instituições assumiram a tutela da federação após vários fenómenos de violência nos estádios e manipulação de resultados, denunciada pelo governo então liderado pelo Syriza, o que levou a alterações nos estatutos federativos e à nomeação de um executivo provisório, em funções desde essa altura e até às eleições, previstas para 09 de outubro.

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