“Era fácil perceber que as duas selecções estavam debaixo de enorme pressão. Se temos concretizado mais cedo uma das oportunidades que criámos tudo teria sido diferente”, referiu Joachim Low, para quem a Alemanha “não fez tudo o que queria e podia ter feito”.

Apesar da vitória tangencial e das dificuldades criadas pelo Gana, Low salientou que o importante foi ter assegurado a qualificação para os oitavos de final, onde vai defrontar a Inglaterra: “É um magnífico reencontro. Rejubilámos quando soubemos”.

O médio germânico de origem turca, Mesut Ozil, autor do único golo da partida, esperava um “embate duro” com o Gana, adversário que obrigou a Alemanha a “lutar até ao fim”.

Sobre o confronto dos oitavos de final com a Inglaterra, referiu que para a Alemanha “é indiferente qual seja o adversário”, visto que “não teme nenhum”.

O seleccionador do Gana, o sérvio Milovan Rajevac, confessou o seu “orgulho pela qualificação” para os oitavos de final, provavelmente a única selecção africana a consegui-lo: “É importante para nós e para África”.

Rajevac considerou a Alemanha “uma das selecções mais fortes do mundo” e confessou-se surpreendido por aquela ter sentido “tantas dificuldades” frente ao Gana: “Eles marcaram numa altura em que nós tínhamos a situação controlada, mas eu avisei os meus jogadores que eles eram muito perigosos”.

Sobre o embate com os Estados Unidos nos oitavos de final, o treinador sérvio espera contar com o “apoio de todos os africanos” e confessou que “nem vai haver tempo para festejar” este apuramento, visto que o jogo com a seleção norte-americana “é já no sábado”

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