Wesse Pistorius “ofereceu” um dia diferente aos trabalhadores da sua quinta, trocando a tarde de hoje pela manhã de quarta-feira, feriado nacional na África do Sul.

Um “dia histórico” para a África do Sul não podia ser deixado passar em claro, por isso, Pistorius matou uma ovelha, assada pelos seus trabalhadores num churrasco improvisado à porta de um pequeno armazém, que serviu de sala para meia dúzia de trabalhadores.

O sinal das duas pequenas televisões não era bom, mas os olhos estavam colados às imagens que chegavam, a preto e branco e com muita “chuva”, do Soccer City, em Joanesburgo.

Atada a um tractor no exterior do pequeno edifício estava uma antena improvisada, que por vezes era necessário ir ajeitar.

Mais tarde, num “lodge”, a televisão, já a cores, trazia o mesmo jogo, mas o interesse era menor, à excepção de um grupo de norte-americanos, que se preparavam para o encontro com a Inglaterra, sábado, e iam vibrando com o encontro entre os “bafana bafana” e os vizinhos mexicanos.

No bar do hotel, os locais tratavam de negócios e iam “deitando um olho” ao jogo, mas sem mostrar demasiado interesse.

O golo sul-africano foi festejado efusivamente, mas, sobretudo, pelos adeptos norte-americanos, tendo, no entanto, gerado algum interesse nos locais, que, no exterior, espreitavam pela janela.

Contudo, o mexicano Rafa Marquez “estragou” a festa com o tento do empate, mas, no final, os locais, mais apreciadores de râguebi, acabaram por juntar-se à volta de um braseiro, onde eram assados nacos de carne local e salsichas de javali.

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