“Pela história, creio que o futebol nos está a dever uma. Vivemos momentos na nossa história em que a sorte não esteve do nosso lado”, disse o jogador, salientando que os maus momentos também estão no êxito desta selecção.

Marchena disse esperar que domingo seja um dia para “recordar para toda a vida” e destacou que as qualidades da actual selecção espanhola se devem ao facto de ser, globalmente, uma equipa.

“É verdade que tivemos grandes selecções, mas esta equipa é a que mais conseguiu isso: ser uma equipa. É o que nos faz estar onde estamos, a viver um momento bonito e histórico. Oxalá os melhores momentos ainda estejam por chegar”.

O jogador revelou que a estratégia de preparação espanhola não mudou para a final, agendada para domingo às 20:30 em Joanesburgo (19:30 de Lisboa), mantendo a rotina de ver imagens do adversário, como jogam, como são e como a Espanha poderá contrariar o seu jogo.

“Primeiro temos que parar o ataque deles, a marca que têm, e, depois disso, fazer o nosso jogo”, comentou.

O internacional espanhol destacou também a forma como a Holanda defende, com um guarda-redes que considerou muito bom e que toda a equipa funciona de forma muito completa, com um meio campo que trabalha bem e em profundidade.

“No ataque fazem golos e são rápidos. Os contra-ataques são ‘mortais’. É uma equipa completa”, disse ainda o jogador do Valência, clube onde se encontra há dez épocas, depois de uma rápida passagem pelo Benfica (2000/01).

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