O presidente da Associação Uruguaia de Futebol, Sabastián Bauzá, revelou que o dinheiro furtado “pertencia ao dirigente” e negou rumores que indicavam que outro director da comitiva, Daniel Marotta, tinha sido, também, roubado em oito mil dólares.

Os responsáveis pela delegação uruguaia não quiseram apresentar queixa pelo roubo à polícia da Cidade do Cabo, visto que tal iniciativa faria com que os outros dois directores que partilhavam o quarto com Ernesto Rodriguez Altez não pudessem viajar de regresso a Kimberley, onde o Uruguai tem montado o seu “quartel-general”, a 1 000 quilómetros de distância.

Um porta-voz da polícia da Cidade do Cabo o Coronel André Traut afirmou ter conhecimento do caso, mas esclareceu não haver “nenhuma investigação em curso em virtude de inexistência de uma denúncia por parte dos lesados”.

O porta-voz do Comité Organizador do Mundial exortara, recentemente, todas as vítimas de roubos ou outros delitos a denunciá-los à polícia, para que esta procedesse às respectivas investigações.

De resto, à semelhança dos responsáveis uruguaios, também vários membros da delegação grega ao Mundial, há poucos dias vítimas de roubo no local onde a sua selecção está concentrada, próxima da cidade de Durban, não quiseram apresentar queixa na polícia.

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