“É frustrante, quando é assim. Quando se tenta e tenta... e falta a bola a entrar. Mas também podíamos estar aqui a lamentar um contra-ataque (uruguaio) bem sucedido. Foi quase um bonito 0-0, mas preferia que tivesse sido um feio 1-0. Faltou-nos o golo, a finalização, o último toque”, lamentou o francês Raymond Domenech.

O técnico gaulês prosseguiu: “Enfrentámos um adversário sólido, que defende bem, que sai rápido para o contra-ataque. Tivemos de estar concentrados para os impedir de desenvolverem praticamente todas as acções. Ao nível colectivo, tivemos um grande desempenho”.

Óscar Tabarez, técnico do Uruguai, revelou-se surpreendido pelo 4-2-3-1 utilizado pelos “Bleus”, com Diaby, e admitiu que a sua equipa não conseguiu adaptar-se da melhor forma.

“Foi um jogo difícil. Estamos mais ou menos contentes com o resultado, mas não com o nosso jogo. Não foi uma partida técnica. As duas equipas tiveram problemas com a relva, pouco húmida e rápida. A França jogou de forma diferente e surpreendeu. Com tanto barulho (som das vuvuzelas), também se tornou difícil comunicar”, disse Tabarez.

O treinador dos “celestes” rejeitou contudo a ideia de que a França tivesse merecido ganhar a partida, até porque o Uruguai “manteve os adversários à distância da sua baliza”.

“Vendo o que se passou no jogo e a história da equipa francesa, finalista há quatro anos, com o mesmo treinador e com muito mais recursos económicos, até foi um bom resultado”, concluiu.

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