“Foi um jogo difícil. A equipa portuguesa colocou quase todos os jogadores atrás linha do meio campo. Foi difícil a penetração, mas tentámos algumas vezes. O jogo foi duro até ao fim. Houve muitas faltas. Isso dificultou a tarefa da nossa equipa. Mesmo assim, tivemos duas ou três oportunidades para fazer golo”, resumiu.

O técnico garante que o Brasil “não está satisfeito com o resultado”, pois recorda que a sua equipa “pensa sempre em ganhar”.

“Não estamos felizes, pois jogamos para ganhar... sempre. Mesmo com resultado a nosso favor, com vantagem nossa (no grupo), com cinco minutos para acabar o jogo, atacámos sempre. Portugal não queria atacar, mas jogar no erro. Mas não nos preocupamos com eles”, acrescentou.

Cristiano Ronaldo foi eleito pela FIFA o melhor jogador da partida, mas Dunga elegeria antes Lúcio, o “capitão” e defesa central, que, na sua opinião, anulou o português por completo.

“É lógico que enquanto treinador da selecção elegeria o Lúcio, porque anulou todas as bolas, ganhou as disputas todas, saiu a jogar, organizou... Quem escolheu tem de ver o que ele (Cristiano Ronaldo) produziu”, disse.

Dunga reconhece a valor ao craque luso, mas garante que não viu muito em campo: “Qualidade técnica tem, mas no jogo de hoje não pôde mostrar, até porque encontrou o Lúcio pela frente”.

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