"Na nossa base de dados não temos nenhuma ameaça terrorista ou de vandalismo directamente ligadas ao Mundial2010", referiu Ronald Noble, secretário-geral da Interpol.

Noble disse também que os estados membros da Interpol comprometeram-se a colaborar com a África do Sul em matéria de segurança durante o Mundial, num momento em que se encontra no país a avaliar os planos do governo sul-africano nesse domínio.

O secretário da Interpol referiu existir uma especial atenção às fronteiras e que durante o campeonato a Interpol irá utilizar tecnologia de ponta para controlar os passaportes das centenas de milhar de visitantes.

Outro aspecto em foco são as preocupações em torno do crime organizado, especialmente no que diz respeito ao tráfico de drogas e pessoas.
"Sabemos que crimes abjectos como o terrorismo ou o tráfico de pessoas estão especialmente ligados com passaportes perdidos ou roubados", esclareceu Noble, para explicar que quem entre na África do Sul no decorrer do Mundial será submetido a um escrutínio minucioso.
A partir deste mês de Abril o número de militares nas fronteiras sul-africanas será maior e cada um dos 32 países com lugar na competição terá na África do Sul um representante a trabalhar no centro de coordenação internacional.

Entretanto, o subcomissário da polícia sul-africana, André Pruis, também revelou que a estrutura tem trabalhado com homólogos franceses, ingleses e holandeses de forma a identificar adeptos susceptíveis de criar problemas.

Pruis adiantou ainda que a polícia sul-africana deu formação a mais de 8000 agentes para que sejam capazes de actuar perante multidões descontroladas.

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