Aos 23 anos, Luis Suárez chegava a este Mundial de futebol como uma das revelações esta temporada na Europa.

Os 35 golos apontados ao serviço do Ajax no campeonato holandês, fizeram dele o melhor marcador em campeonatos europeus e um dos jogadores de quem se esperava muito neste Mundial.

Luis Suárez não desiludiu e cotou-se como o segundo melhor marcador do Uruguai com três golos apontados durante o Mundial, só atrás daquele que foi considerado o melhor jogador do Mundial, o seu compatriota Diego Fórlan.

Mas este campeonato do Mundo fica também marcado pela “mão divina” de Suárez. No último minuto do prolongamento do jogo com o Gana, o avançado salva a sua selecção de sofrer o tento que a eliminaria ao defender sobre a linha de golo, com as mãos, um remate de Dominic Adiyiah.

O árbitro Olegário Benquerença expulsou o jogador e Suárez abandonou o relvado em lágrimas. No entanto da tristeza à euforia foram apenas breves instantes. Gyan falhou o penálti decisivo e Suárez passou de vilão a herói.

Para além deste episódio que marcou indelevelmente a sua participação, a sua constância exibicional, o seu poder de drible e os seus passes primorosos tornaram-no num dos elementos mais valiosos desta equipa que surpreendeu o Mundo ao terminar esta competição em quarto lugar.

Aos 23 anos, a sua margem de progressão é grande e será difícil ao Ajax, clube que representou nas três últimas temporadas, segurar o jogador neste defeso.

Luis Suárez deu-se ao conhecer ao Mundo nesta competição e quer agora brilhar num campeonato europeu mais competitivo do que o holandês.

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