Quando Mueller piscou o olho para a câmara, no momento do hino alemão, estava feita a promessa de uma exibição endiabrada. A Alemanha entrou qual ‘panzer’ na defesa das pampas e chegou ao golo logo na primeira oportunidade.

Num livre pelo lado esquerdo, Schweinsteiger cruzou bem e o jovem avançado – forte candidato a melhor jogador jovem do Mundial, já contando com quatro golos – desviou de cabeça, deixando o guarda-redes Romero surpreendido e sem reacção.

Estava dado o mote para o que vinha a seguir… Podolski até sorria face ao carrossel germânico dos primeiros minutos, que embalava na companhia de Oezil e Mueller. Os argentinos limitavam-se a ver jogar a Alemanha, que até partia, porventura, com menor dose de favoritismo, tal o apoio sul-americano na Cidade do Cabo.

Aos 23’, Klose falha incrivelmente o 2-0, ao rematar por cima, após bela assistência de Mueller. Esse falhanço deu algum alento à equipa de Diego Maradona, cujo onze ofensivo não tinha ainda qualquer expressão no relvado.

Lionel Messi começou a despontar e atirou por cima num livre frontal à baliza de Neuer, que pouco depois evitou o golo de Higuain com uma boa estirada.
Aos 36’, os argentinos marcam mesmo, por Higuaín, mas o lance é bem invalidado por fora-de-jogo no momento da assistência.

No entanto, a Alemanha em nenhum momento perdeu o controlo da partida e sobre o cair do pano na primeira parte ainda ameaçou a baliza de Romero.

A selecção comandada por Joachim Löw vence bem ao intervalo, mas terá de resistir à ofensiva argentina no segundo tempo.

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