Sem estar no Mundial desde 1982, a Nova Zelândia assinou hoje um regresso em grande à maior competição de selecções. O empate desta tarde já é o seu melhor resultado de sempre, depois das três derrotas no Campeonato do Mundo realizado em Espanha na década de 80.

Reid foi o autor do golo histórico, numa altura em que os adeptos eslovacos já se preparavam para festejar o triunfo e a surpreendente liderança do grupo F, depois do empate de ontem entre Itália e Paraguai. No entanto, a festa só começa com o apito final e o golo do defesa neozelandês virou por completo a história da partida.

Muito superior ao seu adversário no estádio Royal Bafokeng, em Rustenburg, a Eslováquia precisou da segunda parte para vincar a sua superioridade. Com efeito, apesar da oposição frágil dos ‘kiwis’ – como a selecção neozelandesa é conhecida -, o golo eslovaco tardava em aparecer.

Hamsik, Vittek e Sestak eram o motor do ataque eslovaco, mas o momento do remate permanecia por afinar. Foi sempre assim na primeira parte, onde os três jogadores dispuseram de boas ocasiões para inaugurar o marcador.

A Nova Zelândia até esforçou-se por dar uma boa imagem nos primeiros minutos. Com efeito, os ‘All Whites’ – o oposto da potência dos All Blacks no râguebi – defendiam o empate como podiam e tentavam uma ‘gracinha’ através de lançamentos longos.

Com o nulo ao intervalo, os eslovacos acentuaram o seu domínio e pressão e não foi surpresa o golo de Vittek, aos 50’, na sequência de um excelente cabeceamento. Seguiram-se então várias ocasiões perdidas para a Selecção eslovaca. O desperdício teve os seus custos e a Nova Zelândia arriscou um pouco mais para ser feliz. Conseguiria sê-lo finalmente ao minuto 90.

Com este surpreendente resultado, as quatro selecções do Grupo F estão todas empatadas com um ponto.

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