A África do Sul é por estes dias o centro do mundo desportivo. No Campeonato que arrancou esta sexta-feira estão 32 selecções, mas fora de campo estarão milhares de jornalistas provenientes de todo o mundo a dar conta do que acontece no maior evento do futebol.

Os centros de imprensa espalhados pelas cidades anfitriãs serão o núcleo duro do trabalho jornalístico e a FIFA não olhou a meios para proporcionar todas as condições de trabalho. Bastidores que não costumam ver a luz do dia, mas que o Sapo Desporto lhe revela agora.

Seja imprensa escrita, rádio, televisão ou multimédia, todos têm acesso aos centros equipados com telefones, computadores e Internet de alta velocidade para enviar as suas reportagens. As informações mais recentes do Mundial são expostas nos plasmas espalhados pela sala ou colocadas em armários à entrada. E para precaver eventuais problemas, a organização até disponibilizou pequenas oficinas para reparação de câmaras e máquinas fotográficas.

O movimento não é muito grande, pois ainda só houve dois jogos e faltam os jogadores de todos os países entrarem em acção. No entanto, já está tudo a postos para os jornalistas.

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