“A pressão condicionou-nos no início, mas a verdade é que o México é uma grande equipa, que joga com três avançados”, referiu Parreira, admitindo que os mexicanos “tiveram mais posse de bola”, mas não criaram “oportunidades de golo”.

Já o seleccionador mexicano, Javier Aguirre, admitiu que a sua equipa podia ter “ganho, empatado ou perdido” e que as duas selecções ficaram com um “gosto amargo por ambas pensarem que podiam ter ganho o jogo”.

“Na primeira parte fomos muito superiores e não gostei de chegar ao intervalo sem estar na frente do marcador”, disse Aguirre, para quem essa superioridade transmitiu uma “confiança excessiva” aos seus jogadores para a segunda parte.

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