O primeiro mundial de sempre em solo africano fica inquestionavelmente marcado pelos estádios cheios e pela cor que adeptos de todo o mundo trouxeram às bancadas.

No total, nos 64 jogos realizados, mais de três milhões de adeptos passaram pelos estádios sul-africanos.

No entanto, algo de muito particular marcou também este mês de futebol: apesar de cheios, dentro dos estádios poucos eram os adeptos “verdadeiros”. Isto é, era difícil encontrar adeptos espanhóis de Espanha, portugueses de Portugal, holandeses da Holanda e por aí adiante.

Os estádios encheram, é verdade, mas muito graças a adeptos na sua maioria sul-africanos que, por um ou outro motivo, torciam por cores distintas daquelas que são as do seu país de origem.

A explicação poderá encontrar base em vários motivos, mas certo é que nenhum aparenta ter a força da crise económica que afecta todo o mundo de um modo geral. Foi pelo menos essa a principal razão evocada pelos poucos adeptos que aceitaram atravessar o mundo para estar ao lado da sua selecção.   

Outra razão que muitos adeptos lembraram foi a questão da segurança: alarmados pelas taxas de criminalidade elevadas da África do Sul, muitos admitem que a opção de ficar a ver o Mundial em casa lhes chegou a passar pela mente.

No entanto, contrariando aquela que de facto foi a maioria, vieram viver o Mundial ao vivo e contribuíram para a festa que o Sapo Desporto pôde presenciar.

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