A Itália inicia na segunda-feira, na Cidade do Cabo, a campanha de defesa do título mundial de futebol, frente a um Paraguai empenhado em realizar o melhor torneio de sempre, na jornada de abertura do Grupo F.

Do lado dos campeões do Mundo continua a pairar algum cepticismo relativamente às opções do seleccionador Marcelo Lippi, bastante criticado por ter optado por um conjunto de veteranos, para se rodear de jogadores “fiéis”

“Temos jogadores com alguma idade, mas isso também representa carisma, personalidade e experiência em grandes momentos”, defende Lippi.

Os mais optimistas falam também de uma equipa experiente, mas os pessimistas deixam grandes dúvidas sobre a resistência de uma selecção ainda com problemas físicos, como os casos de Andrea Pirlo, Riccardo Montolivo e Mauro Camoranesi.

No Paraguai respira-se confiança, traduzida pelas palavras de uma das figuras dos sul-americanos, Roque Santa Cruz, para quem a selecção do seu país “é a mais completa de sempre, sobretudo no plano ofensivo”.

Mas é ainda no ataque que persiste a maior dúvida para o seleccionador do Paraguai, o argentino Gerardo Martino. O benfiquista Óscar Cardozo, melhor marcador da Liga portuguesa (26 golos), esteve muito perto de ser dispensado devido a uma lesão no tornozelo esquerdo, mas parece agora quase recuperado e no sábado já treinou sem grandes limitações.

Face às dúvidas sobre Cardozo, Gerardo Martino, que quer acabar com o “espectro” paraguaio de futebol defensivo, deverá também abdicar de Santa Cruz e apostar numa dupla que se conhece muito bem, pois são colegas de equipa nos alemães do Borussia de Dortmund: Lucas Barrios e Nelson Haedo Valdés.

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