“[Jorge Jesus é] o melhor treinador que tive. Porque é um treinador que fala a linguagem dos jogadores, o que é muito importante. Basta um olhar dele, uma palavra, que por falar a nossa linguagem nós percebemos, chega-nos cá”, disse em declarações à Benfica TV.

“Com isto, não estou a tirar o mérito a outros treinadores que tive, mas identifico-me mais com ele, por ser uma pessoa extrovertida, que reage no momento, consoante o que lhe acontece, é como eu. Por tudo isto, em termos de treinadores, é realmente a pessoa com a qual eu mais me identifico”, acrescentou.
Carlos Martins defendeu que o Benfica tem sempre a fasquia alta e que entra para ganhar em qualquer campo.

“Quanto aos nossos rivais, isso não nos interessa muito agora, vai interessar-nos duas semanas antes de jogarmos com eles. O que eu sei é que se ganharmos todos os jogos somos candidatos e isso é que conta”, explicou.

Em relação à Liga dos Campeões, o médio lembrou que em competição estão “as melhores equipas e os melhores jogadores”, mas isso não o assusta.
“Sabemos que vai ser difícil, mas (...) no Benfica pensa-se muito alto e quando entrarmos para esses jogos vai ser sempre para ganhá-los”, afirmou.

A terminar, Carlos Martins fez um balanço positivo desde que chegou ao clube.

“Competia-me a mim provar a quem me quis o quanto eu queria vir para o Benfica e ajudar o clube a conquistar títulos e até ao momento estou bastante satisfeito com o trabalho que tenho vindo a realizar. Agora espero que no futuro possa voltar a ganhar mais títulos ao serviço do Benfica”, concluiu.

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