Quique Flores quebrou o silêncio sobre a sua saída da Luz no momento em que se apresta a voltar aos bancos de suplentes, desta feita ao comando do At. Madrid.

Em entrevista ao Expresso, o treinador espanhol admitiu que se chegou a "apaixonar" na Luz, onde considerou ter sido "feliz" como técnico, mas reconheceu que a saída do clube foi conhecida antes de terminar a temporada. "[Soube] algum tempo antes de terminar a época. O esforço foi grande para travar a queda do Benfica, vinha de ser quarto, e de quatro anos sem títulos, o desgaste foi grande. Consegui um título, subir na classificação e pontos, mais a formação de jovens como Sidney, Miguel Vítor, Di Maria, David Luiz, Amorim, Urreta. Faltou chegar à Champions. Entendi que a urgência superava as ferramentas e fui sincero com os responsáveis", disse.

Descrevendo a sua demissão como um processo "pensado, meditado e levado a efeito, com gratidão e proveito para todos", Quique Flores saiu com elogios aos rostos da estrutura encarnada. "[Vieira] proporciona um tratamento excelente. É fácil darmo-nos bem com ele", revela. Já sobre Rui Costa, o apreço foi ainda maior. "Tinha uma relação intensa com Rui Costa. Foi um farol, nunca um obstáculo", afirmou.

Sobre o sucessor Jorge Jesus, o espanhol foi parco em palavras: "Nunca caio na tentação de fazer comparações. Valorizo o tempo e as circunstâncias", concluiu.

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