O culto do corpo era um dos propósitos dos Jogos Olímpicos da antiguidade, com os gregos a exultarem a beleza do corpo masculino nas suas olimpíadas. Hoje, os tempos são outros e muito se tem discutido sobre o que é um corpo perfeito e sobre esse 'culto do corpo' e suas consequências.

Ainda assim, não faltam nestes Jogos Olímpicos de Tóquio2020 atletas de ambos os sexos, nas mais variadas modalidades, que certamente farão suspirar muitos corações de quem os vir a competir pela televisão.

Dos nadadores da equipa dos EUA a Gabriel Medina e da sensualidade da velocista alemã Alica Schmidt aos encantos da eslovena Janja Garnbret, na escalada, sem esquecer os portugueses Nélson Évora ou Patrícia Mamona, o SAPO Desporto mostra-lhe um pouco da beleza olímpica que podemos ver nestes Jogos.

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