De acordo com a polícia, Ssekitoleko pode ser acusado de fraude, uma vez poderá ter viajado para o Japão sem a devida autorização.

“Fomos informados de que Ssekitoleko não estava qualificado [para os Jogos Olímpicos]. É preciso perceber como chegou lá, quem estará por detrás disso. É isso que estamos a tentar perceber”, afirmou o porta-voz do departamento de investigação criminal à agência AFP.

Charles Twine afirmou que o halterofilista será “levado a tribunal caso existam provas de fraude ou ato ilegal”, ou libertado “caso não existam evidências”.

Julius Ssekitoleko viajou para o Japão como atleta de reserva, na esperança de assegurar uma vaga via quota continental, mas, em vez de regressar ao Uganda após ver gorado o ‘sonho’, deixou no hotel toda a bagagem e um bilhete a dizer que queria ficar a viver no Japão.

A mãe de Julius Ssekitoleko exige a sua libertação imediata, garantindo que o atleta “é inocente” e que os seus direitos “estão a ser violados pela polícia, que o deteve por tempo indeterminado”.

“Ele é um jovem inocente. Não queria prejudicar ninguém. Porque está a ser tratado como um criminoso?”, questionou a mãe, Juliet Nalwadda.

O episódio protagonizado por Julius Ssekitoleko obrigou o governo do Uganda, que considerou “inaceitável” a atitude do atleta, a pedir desculpa ao executivo japonês.

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