A criação dos conselhos técnicos e de anciãos com a integração dos antigos praticantes e dirigentes da modalidade são as novidades do plano da acção da pré-candidatura de Adriano Nunes a presidência da Federação Angolana de Atletismo (FAA), tendo em conta o quadriénio 2020/24.

Falando à imprensa na apresentação da sua pré-candidatura, o aspirante sustentou que, diferente de direcção técnica, o conselho técnico será mais abrangente quer em termos de acção e de reacção visando a resolução dos problemas da modalidade e dos associados.

Em relação ao conselho de ancião, justificou ser necessário a junção daquelas figuras na FAA, ao exemplo de Rui Mingas, que muito contribuíram para o aparecimento do atletismo local.

O sector, adiantou, estará recheado de figuras deste nível que emitirão as suas experiências e ideias, em prol do desenvolvimento nacional do atletismo.

Por outro lado, disse constar do seu trabalho, a aposta na dinamização do atletismo comunitário, além de contacto, supervisão e apoio visando incentivar as associações e clubes para o trabalho de massificação e melhoria das marcas dos atletas das diversas classes.

Adriano Nunes, que já desempenhou o papel de director técnico da FAA no mandato de Carlos Rosa, foi durante muitos anos director da corrida São Silvestre.

É oficial de nível II da Federação Internacional de Atletismo (IAF), é juiz e cronometrista num percurso histórico que já leva 41 anos.

Com a campanha eleitoral ainda sem data, aguarda-se pela manifestação das pré-candidaturas de Leonardo João, António Andrade, Gertrudes Sepúlveda, além da recandidatura do presidente cessante Bernardo João.

Já lideraram a FAA José Paim, João Teixeira, Gildo Coelho da Cruz, Carlos Rosa e agora o cessante Bernardo João.

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