Ronaldinho Gaúcho e o seu irmão, o empresário Roberto Assis Moreira (ex-jogador do Estrela da Amadora), chegaram a acordo com as autoridades brasileiras e irão pagar uma multa de seis milhões de reais, cerca de um milhão e 335 mil euros por danos ambientais. Com o pagamento da multa, Ronaldinho e Assis poderão reaver os seus passaportes, apreendidos pelas autoridades brasileiras, eles que estavam impedidos de sair do Brasil.

Em 2015, o Ministério Público brasileiro condenou a dupla por danos ambientais devido a construção, sem licença, de uma plataforma para pesca e uma estrutura para atracar barcos no lago Guaíba, em Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Mas Ronaldinho e Assis negaram pagar a multa de 8,5 milhões de reais (um milhão, 892 mil euros), pelo que o juiz encarregue do caso determinou, nos finais do ano passado, a apreensão dos passaportes dos irmãos, assim como a impossibilidade de terem novos documentos até que regularizassem a situação, diz a rádio espanhol Cadena SER.

Com o acordo alcançado com o fisco brasileiro, Ronaldinho e Assis têm até 1 de outubro para pagarem a multa, que é inferior a que tinha sido determinada pelos tribunais e assim reaverem os documentos pessoais. Se não cumprirem o prazo, a multa passa a ser de 9,8 milhões de reais (dois milhões, 182 mil euros), mais juros.

Além da multa, os dois irmãos comprometeram-se a reparar, num prazo de 60 dias, a área onde fizeram as construções. O local onde fizeram as construções é considerado área protegida

Na semana passada, Ronaldinho Gaúcho, atualmente com 39 anos, foi nomeado Embaixador do Turismo pela empresa estatal Embratur, responsável por fomentar o turismo no país.

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