O México vai chegar à Taça das Confederações de futebol perto de completar um ano sem sofrer derrotas em jogos oficiais e, com a ajuda de alguns ‘conhecidos' do campeonato português, promete dificultar a vida da seleção lusa.

Detentores do título da CONCACAF, a seleção mexicana vai somar a sexta presença no denominado torneio dos campeões, prova que já venceu, em 1999, quando derrotou em casa o Brasil na final, por 4-3.

O México vai chegar à Rússia com um registo de oito jogos oficias sem perder, sendo que o último desaire aconteceu a 18 de junho de 2016, nos quartos de final da Copa América, com uma pesada goleada perante o Chile, por 7-0.

No cargo de selecionador desde novembro de 2015, o colombiano Juan Carlos Osorio esteve com um pé fora do México, mas acabou por se manter e, passado um ano, está a um passo de garantir a sétima presença consecutiva dos ‘aztecas' na fase final de um Mundial.

Nas últimas seis edições do Campeonato do Mundo, os mexicanos foram sempre eliminados nos oitavos de final, algo que no país já é classificado de ‘maldição'.

No Grupo A da Taça das Confederações, na teoria, o México é o adversário que mais dificuldades deverá criar a Portugal, com um conjunto de jogadores que ‘respira' experiência, mas também criatividade.

Miguel Layún e Héctor Herrera, do FC Porto, e Raúl Jiménez, do Benfica, prometem complicar a tarefa da formação lusa, que pelo menos já sabe que não vai enfrentar Corona, jogador que também representa os ‘dragões'.

O extremo foi incluindo na lista final de 23 convocados, treinou com a equipa, mas, no último sábado, acabou por abandonar o estágio, invocando problemas pessoais, tendo sido substituído por Jurgen Damm.

Num grupo em metade dos jogadores atua em campeonatos europeus, Javier Hernández, mais conhecido por ‘Chicarito’, continua a ser o perigo número um dos mexicanos, isto depois de no final de maio se ter sagrado no maior goleador da história do seu país, com 47 tentos em 92 jogos.

O sucesso de ‘Chicarito’ deve-se também muito a Carlos Vela e Giovanni dos Santos, os criativos da equipa e responsáveis por grande parte do jogo ofensivo dos aztecas.

Quem parece não querer abandonar a seleção mexicana é Rafael Márquez, que aos 38 anos continua a liderar a defesa e com a braçadeira de capitão.

Antes de viajar para a Rússia, o México recebeu e venceu as Honduras (3-0) e empatou em casa com o Estados Unidos (1-1), em dois jogos a contar para a fase de apuramento para o Mundial2018.

México e Portugal encontram-se no domingo, em Kazan, logo na primeira jornada da Taça das Confederações, cuja final está marcada para 02 de julho.

*Artigo originalmente publicado no dia 14 de junho, às 15h17

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