Álvaro Braga Júnior sublinhou a sua “óbvia satisfação” com este investimento, considerando que “este pode ser o início do Boavista do futuro” e lembrado, também, que estava a cumprir a promessa que tinha feito na campanha eleitoral para a direcção do clube.

O dirigente deu a notícia durante uma conferência de imprensa que serviu para dar conta de um acordo com o fabricante italiano de relvados artificiais Italgreen e o seu representante português, a Global Stadium.

Na presença de várias dezenas de sócios e simpatizantes "axadrezados", o dirigente disse que o acordo contempla não só o fornecimento e instalação de um relvado sintético no Bessa mas também no campo de treinos adjacente e num novo campo destinado ao futebol de sete.

A substituição da relva natural do Bessa começa já na segunda-feira e deverá prolongar-se durante “cerca de um mês”, com prejuízos reduzidos para a equipa de futebol.

“Só teremos de realizar fora um jogo”, destacou Braga Júnior, referindo-se à recepção ao Gondomar, marcada para dia 25 e referente à quinta jornada do Nacional da II Divisão, Zona Norte.

“Trata-se de um investimento avultadíssimo, mas para o Boavista fica a custo zero”, realçou Álvaro Braga Júnior, indicando apenas que o “Estádio do Bessa vai ser a montra” da Italgreen e da Global Stadium durante seis anos graças a um acordo que as duas partes assinaram há poucos dias.

“Teremos menos custos e mais clube” reforçou Braga Júnior, que deseja que esta parceria seja “um bom exemplo para outras entidades”: “Aprendam que apostar no Boavista é ainda uma aposta segura”, sustentou.

O representante da Global Stadium disse à Agência Lusa que o custo de manutenção de um relvado sintético como o que vai ser instalado no Bessa é muito inferior aos de um relvado natural.

Segundo Luís Botas, “o que se gasta num mês com um relvado natural dá para manter um relvado artificial durante, aproximadamente, um ano”.

O responsável esclareceu que “o contrato” feito com o Boavista contempla, igualmente, a manutenção da nova superfície e a sua certificação pela FIFA com “duas estrelas”, ficando apto a receber, por exemplo, jogos da Liga dos Campeões.

“O Bessa será uma montra privilegiada para trazer eventuais outros clientes”, confirmou o mesmo responsável, garantindo que o novo relvado sintético “é uma solução de qualidade”.

Os campos de treinos e de futebol de sete vão receber uma relva sintética do mesmo tipo, ficando deste modo aptos para receber de volta o futebol de formação boavisteiro e também o futebol feminino, outra promessa que Braga Júnior fez aos sócios.

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