Uma hora antes da chegada dos jogadores, apesar das advertências das autoridades contra os riscos dos mergulhos, dois adeptos saltaram para as águas escuras do canal Brouwersgracht, local animado por grande número de fãs vestidos de cor de laranja, empunhando bandeiras.

“É um pouco exagerado, considerando que perdemos”, disse Loes Olden, que beberricava um copo de vinho branco à beira da água numa mesa enfeitada com uma toalha cor de laranja, ornamentada com uma taça com laranjas.

Hoje de manhã, dois dias após a derrota na final do Mundial frente à Espanha (1-0), a selecção holandesa foi homenageada pelo primeiro-ministro, Jan Peter Balkenende, seguindo de coche para o palácio real, onde foi recebida pela rainha Beatriz.

Seguidamente, os futebolistas holandeses foram transportados de helicóptero pela Força Aérea para Amesterdão, para a sua volta de barco e a homenagem numa grande praça relvada frente aos museus Rijksmeseum e Van Gogh, onde as autoridades da cidade esperam a presença de até um milhão de adeptos.

Várias horas antes do início desta festa de homenagem, prevista para as 17:00 horas (16:00 em Lisboa) começaram a chegar em massa adeptos com camisolas cor de laranja.

As autoridades montaram hoje segurança à frente dos barcos residência existentes nos canais de Amesterdão, para evitarem que os adeptos subam para cima dos seus telhados e se repitam os acontecimentos de 1988, quando a Holanda foi campeã europeia de futebol, em que vários barcos foram danificados e alguns se afundaram.

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