Alemanha e Espanha disputam um lugar na final deste Mundial, mas os primeiros 45 minutos ainda não trouxeram golos. Duas equipas bem distintas, mas ligadas pela paciência, a lembrar um autêntico jogo de xadrez.

A Espanha fez o que tem feito durante todo o Mundial, ou seja, dispõem da pose de bola e joga no passe curto. No entanto, apesar de mais vezes chegar á área adversária, está difícil bater a muralha alemã, que apenas peca na saída para o ataque.

Os alemães não tomam conta do jogo, esperando o erro que não aparece por parte dos espanhóis, e a construção de jogo não está a ser conseguida.

A primeira oportunidade de golo foi para a Espanha, aos seis minutos, com Pedro Rodriguez, a substituir Fernando Torres, a rasgar o passe e a isolar Villa, que ainda rematou, mas contra o corpo de um atento Neuer.

A próxima oportunidade seria novamente para a formação espanhola, aos 13’, com Puyol a cabecear por cima, depois de um bom cruzamento de Iniesta.

A Alemanha apenas por uma vez assustou Casillas, num remate de longe e rasteiro de Trochowski.

Ainda não há golos no Alemanha-Espanha, que opõe a selecção com melhor ataque à que mais ocasiões promove.

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