O presidente da FIFA disse este sábado que o alargamento do Campeonato do Mundo de futebol para 48 seleções “só tem aspetos positivos”, apesar das críticas feitas por treinadores europeus.

“Somos a FIFA e temos de ter em conta a opinião dos europeus, mas também das federações e dos clubes do resto do mundo”, frisou Gianni Infantino, em conferência de imprensa, no Estádio Internacional de Yokohama, onde Real Madrid e Kashima Antlers disputam a final da competição, no domingo.

O presidente da FIFA reiterou que o alargamento da competição “não aumenta o número de jogos por equipa no torneio”: “Cada finalista jogará sete, no máximo, como agora. Não são precisos mais dias, serão 32, como agora, nem mais estádios, são necessários 12, como atualmente”, frisou.

“Só tem aspetos positivos, uma vez que 48 países participarão no maior torneio de futebol do mundo e promoverão o futebol”, sublinhou.

Questionado sobre um eventual alargamento do Mundial de clubes de sete para 16, Infantino assegurou apenas a “constante ambição de melhorar as coisas”.

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