José Eduardo Bettencourt começou por pedir desculpa aos sócios por ter utilizado o termo terrorismo depois de ser eleito, quando se referiu à oposição interna que, no seu entender, deteriorava a estabilidade leonina.

O presidente do Sporting falou ainda obre o relacionamento com o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, rejeitando opiniões.

“Ninguém me dá lições. Eu sei o que estou a fazer”, sublinhou.

“Um dia ainda me vão dar razão”, disse também o líder do clube de Alvalade, em relação às expressões “Paulo Bento forever”, utilizada quando defendeu que o actual seleccionador se deveria manter muito tempo no Sporting, e “maçã podre”, a forma como se referiu a João Moutinho quando o médio internacional se transferiu para o FC Porto.

O presidente do Sporting, José Eduardo Bettencourt, viu ser aprovado o relatório e contas do clube apresentado em Assembleia Geral. Registaram-se 59,84% de votos a favor, 36,99% contra e 3,17% de votos em branco. Nesta votação participaram 805 sócios leoninos.

O relatório apresentava um prejuízo de 3,6 milhões de euros.

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