“Desejo sinceramente que o campeonato principal, como os outros, decorram em Portugal sob o signo do fair-play, sob o signo da verdade desportiva e que não haja violência”, afirmou Laurentino Dias, no final da reunião do Conselho de Ministros.

Laurentino Dias considerou importante que “o campeonato consiga capacitar os portugueses a fazerem excelentes prestações nacionais e internacionais, e com isso também a fornecerem a selecção nacional dos instrumentos necessários para fazerem uma excelente carreira internacional”.

O governante recusou comentar o processo disciplinar instaurado pela Federação Portuguesa de Futebol ao seleccionador Carlos Queiroz, na sequência de uma queixa do Instituto do Desporto de Portugal, devido a alegados insultos a membros da equipa antidopagem, que controlou jogadores da selecção no estágio antes do Mundial.

“Não foi matéria do conselho de ministros nem virá a ser em circunstância alguma. As instâncias próprias do futebol e outras tomarão as decisões que entenderem no tempo conveniente. Eu não tenho que fazer, como não fiz nem farei, nem nenhum comentário”, sublinhou.

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