Chamado pela primeira vez à Selecção Nacional A, João Pereira não pensa no passado, só no presente, desvalorizando as renúncias de Paulo Ferreira e de Miguel à Selecção como forma de ter sido chamado.

“Não sei [o por quê de ter sido chamado tão tarde à equipa], foram opções dos  técnicos, dos outros selecionadores. Há gostos, resolveram apostar noutros laterais, que estariam possivelmente em melhor forma do que eu, teriam outros atributos que eu não tinha. Agora estou aqui, é o meu momento”, esclareceu na chegada esta terça-feira a Óbidos, acrescentando que as renúncias dos dois laterais direitos possam ter influenciado a sua chamada “se calhar um pouco”, mas quer pensar que chegou à Selecção pelo seu “valor e não pelas renúncias”.

Apesar da campanha menos boa do Sporting no campeonato, o golo que marcou ao Beira-Mar, esta segunda-feira, no fecho da sétima jornanda,  deu-lhe alento.

“As coisas estão a correr-me bem, felizmente consegui marcar este fim-de-semana, o que me dá mais moral, mais motivação para estes dois jogos”, garantiu João Pereira.

Com concorrência ao lugar, a de Sílvio, João Pereira acredita que a maior experiência não lhe garante a vaga no onze e que ambos estão “em pé de igualdade” e que não há altura certa para se chegar à equipa principal.

“Não há alturas ideais para chegar à selecção, é o sonho de qualquer jogador um dia representar a selecção, mesmo com 26 anos. Podia ser com 29! Estou feliz. Felizmente sempre fui internacional, todos os escalões, faltava-me ser internacional A. Espero conseguir agora, vamos ver”, disse.

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