A Supertaça prometia um alegado favoritismo do Benfica, face à boa pré-temporada efectuada e pelas maiores rotinas do campeão nacional em relação a um FC Porto em transformação. Se assim era a previsão, a primeira parte desmentiu isso por completo. O FC Porto entrou muito forte na partida e não deixou o Benfica respirar nos primeiros minutos.

Aos 2’, Varela desperdiçou a primeira oportunidade de golo, ao rematar isolado na área com a bola a ser desviada por Ruben Amorim para canto. E foi na sequência desse canto que Rolando inaugurou o marcador, com um cabeceamento na pequena área (3), onde os centrais e o guardião Roberto deixaram o defesa portista à vontade para marcar.

Melhor início era impossível para a equipa de André Villas Boas, que assim ‘roubou’ ao Benfica a confiança que os encarnados tinham para esta partida. O golo sofrido foi sentido pela formação de Jorge Jesus, que cometeu então sucessivos erros defensivos.

O FC Porto tentou também muitas vezes a sua sorte de longe, na esperança de aproveitar a aparente intranquilidade do guarda-redes espanhol do Benfica, que era ‘pressionado’ a cada intervenção pelos assobios dos adeptos azuis e brancos.

Aos 15’, surgiu o primeiro caso do jogo, com uma aparente agressão de Cardozo a Sapunaru na área portista, que o árbitro João Ferreira não sancionou.
O Benfica só começou a despertar da letargia inicial aos 20’, com o seu primeiro remate, através de um livre rasteiro de Carlos Martins para boa defesa de Helton. Seguindo o exemplo do guradião do FC Porto, Roberto sacudiu o cepticismo em torno de si com uma grande defesa a um remate forte e cruzado de Sapunaru, aos 23’.

Com uma maior pressão e dinâmica reforçada, o Benfica tenta assumir o controlo da partida, onde Fábio Coentrão era quase sempre o ‘agitador de serviço’. O jovem benfiquista protagonizou o segundo caso do jogo, ao sofrer um toque de Sapunaru na área do FC Porto, reclamando penálti, mas com João Ferreira a considerar simulação.

De seguida, Saviola assustou Helton ao rematar às malhas laterais, mas foi o FC Porto a ficar novamente mais próximo do 2-0, com Luisão a salvar um remate de João Moutinho em cima da linha.

O FC Porto chega ao intervalo com uma vantagem merecida, fruto da maior organização e dinâmica. Restam 45 minutos para Jorge Jesus inverter a história do jogo e o resultado.

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